Uma mãe leva seu filho de 5 anos de idade para atendimento, na Unidade Básica de Saúde, relatando febre persistente há 24 horas, diminuição do apetite, náuseas e vômitos. A criança amanheceu febril, com cefaleia e sede. A mãe relata que a criança frequentou uma festa de aniversário há cerca de 5 dias. Ela tem vacinação em dia. No exame físico, os resultados de sua avaliação foram os seguintes: pouco reativa; FC = 130 bpm; FR= 30 irpm; temperatura axilar = 38,8 °C; Sat. O2 = 96 %; mucosas desidratadas 3+/4+; petéquias puntiformes em membros inferiores, tórax e abdome. Ele possui dor à flexão da coluna cervical.
Nesse caso, qual é a conduta médica adequada?
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A) Suspeitar de infecção bacteriana e iniciar
antibioticoterapia, dado o quadro de infecção
de foco e de etiologia desconhecidos. Liberar a
criança para casa com hidratação oral, antitérmico,
antiemético, antibiótico, com retorno em 72 horas
para reavaliação clínica.
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B) Solicitar hemograma para diferenciar etiologia
viral ou bacteriana. Descartar meningite por
Haemophilus do grupo B, pois a vacinação está
atualizada. Liberar a criança para casa com
hidratação oral, sintomáticos e retorno em 24
horas com resultado de exame.
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C) Acionar o Serviço de Atendimento Móvel
de Urgência (SAMU) com encaminhamento
à emergência, instituir hidratação venosa e
isolamento, pois trata-se de um caso suspeito
de COVID-19 com provável infecção bacteriana
secundária. Notificar o caso e isolar contactantes.
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D) Acionar o Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência (SAMU) com encaminhamento à
emergência, com hidratação venosa, isolamento,
antibioticoterapia e sintomáticos por tratar-se
de caso suspeito de meningite meningocócica.
Notificar o caso e instituir tratamento profilático
aos comunicantes.