Mulher de 35 anos fez contato com seu ginecologista habitual, via aplicativo de mensagens, solicitando orientações sobre como usar a “pílula do dia seguinte”. Ela referiu estar em outro estado, sem condições de realizar uma consulta médica, e relatou ter tido um coito desprotegido havia 10 horas.
Considerando-se o Código de Ética Médica brasileiro, qual deverá ser a conduta mais apropriada do ginecologista nessa situação?
A) Ele deverá orientar a paciente e prescrever o medicamento
indicado, considerando a urgência e a impossibilidade
comprovada de realizar a consulta.
B) Ele não deverá orientar nem prescrever qualquer
medicamento para essa paciente sem examiná-la
pessoalmente.
C) Ele poderá orientar a paciente via aplicativo de mensagens,
ainda que não possa prescrever o medicamento indicado
sem examiná-la pessoalmente.
D) Ele só poderá orientar a paciente mediante uma
teleconsulta, ainda que não possa prescrever o
medicamento indicado sem examiná-la pessoalmente.
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