Um homem com 48 anos de idade é obeso, tabagista e hipertenso há 6 anos, quando, devido a esse quadro, foi-lhe recomendada mudança do estilo de vida e prescrita farmacoterapia. Procura hoje a Unidade Básica de Saúde (UBS) com níveis tensionais elevados, glicemia alterada e referindo ter deixado de usar os medicamentos anti-hipertensivos prescritos dizendo “eles estão me fazendo sentir doente”. O paciente relata que, durante a pandemia da COVID-19, deixou de seguir as orientações alimentares, de atividade física e de cessação do tabagismo.
Para esse caso, a conduta a ser adotada pela equipe da UBS é
A) construir um projeto terapêutico singular e pactuar com o
paciente as propostas de ações para a mudança do estilo
de vida e a adesão medicamentosa.
B) esclarecer o paciente, no projeto terapêutico singular,
sobre as consequências da não adesão ao tratamento,
destacando o perigo dos potenciais danos clínicos e
reiterando firmemente o aconselhamento.
C) utilizar, no projeto terapêutico singular, a negação do
paciente aos problemas apresentados e a adesão ao
tratamento como formas de pressão para obtenção da
mudança do estilo de vida.
D) condicionar, na construção do projeto terapêutico
singular, a adesão às mudança do estilo de vida e ao
tratamento farmacológico e comunicar ao paciente que, se
não seguir as orientações da equipe, não poderá mais ser
atendido na UBS.
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