Uma mulher com 25 anos de idade, em uso de fluoxetina 40 mg ao dia há 16 meses devido a transtorno de ansiedade generalizada leve, documentado em prontuário, procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) porque acabou de descobrir que está grávida e deseja iniciar o pré-natal. Diz que a ansiedade está bem melhor há quase um ano e que não sente mais os sintomas que eram comuns quando começou o tratamento. Relata ter muito medo de que algo ruim aconteça com o bebê, pois sabe que o uso de alguns medicamentos pode prejudicar o desenvolvimento do feto e gostaria de saber se o uso de fluoxetina é seguro.
Diante dessa situação, a conduta indicada é
A) trocar o uso de fluoxetina pelo de amitriptilina, um
antidepressivo tricíclico, para maior segurança do feto
e da mãe durante a gestação.
B) suspender gradualmente o uso de fluoxetina e
substituí-la por benzodiazepínico, dado o menor risco
de efeitos colaterais destes sobre o feto.
C) aumentar a dose de fluoxetina, já que essa substância
não apresenta quaisquer riscos durante a gestação
que cursa com descompensação de problemas
psiquiátricos prévios.
D) suspender o uso da fluoxetina e incentivar a paciente a
retornos frequentes à UBS, com posterior reavaliação
do caso e da necessidade de reiniciar a medicação ou
proceder à intervenção não farmacológica.
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