Em um território com população em situação de vulnerabilidade, uma unidade básica de saúde possui duas equipes que atendem 9 000 pessoas cadastradas. Estima-se que as demandas por atendimento médico se tornarão ainda maiores, já que a população local está em rápida expansão, pois há ocupações em áreas próximas a um córrego que corta a extremidade do território de abrangência. Devido à sobrecarga dessas duas equipes e do potencial crescimento populacional, o gestor, portanto, decide implantar uma nova equipe de saúde da família.
Nesse contexto, qual é a melhor estratégia para a nova equipe de saúde da família organizar o processo de territorialização?
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A) Dividir o território a partir da escala de risco familiar, a fim
de distribuir as famílias vulneráveis de forma igualitária
entre os agentes comunitários, evitando, assim, a
sobrecarga de trabalho desses profissionais.
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B) Dividir o território em micro áreas, mesmo que de forma
assimétrica geograficamente, garantindo maior
semelhança das necessidades dos grupos nele contidos, a
fim de facilitar o direcionamento das ações sociais e
sanitárias.
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C) Utilizar mapas esquemáticos ou mapas-base impressos
para a representação do território de abrangência e para a
divisão do território em micro áreas, pois eles permitem
melhor análise dos dados em relação ao
geoprocessamento.
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D) Utilizar dados primários para a divisão do território em
micro áreas, como bancos de dados do DATASUS e do IBGE,
pois eles oferecem informações em níveis de desagregação
suficientes para ajudar a estabelecer o diagnóstico
situacional local.